Você é um “giver”​ ou um “taker”​?

Placa Give and Take
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Tenho lido inúmeros comentários de desabafo de pessoas que se sentem chateadas por perceber a indiferença ou a inveja daqueles que deveriam ser os que mais apoiam suas conquistas e felicidade.

Por ser recorrente, penso que esse comportamento nem sempre é algo consciente nas pessoas. Não aceito a condição do ser humano agir assim por convicção.

Em alguns casos é claro que agimos assim de forma racional, afinal esses são sentimentos humanos e estamos suscetíveis a isso em algumas fases de nossas vidas, em maior ou menor proporção.

No fundo, quem tem mais dificuldade em elogiar ou reconhecer a vida/conquista/trabalho do outro é quem mais precisa de ajuda.

O que me intriga, no entanto, é perceber que em muitos casos recebemos mais apoio de pessoas que nem conhecemos.

Por que será?

Existe alguma resposta para isso? Melhor nem tentar entender…

 Decifra-me ou devoro-te!

Brincadeiras à parte, acho verdadeiramente fácil fazer o certo e deixar as pessoas mais felizes. Alguns exemplos bem simples:

  •  Uma palavra carinhosa, uma carinha feliz, um sorriso. Qualquer coisa serve para demonstrar: estou feliz/torcendo por você!
  •  Melhor ainda se conseguir formular uma frase que demonstre que a felicidade do outro não lhe incomoda:

Que bacana sua viagem!

Parabéns pelo seu novo trabalho!

Sucesso no seu projeto!

Que casal bonito vocês fazem!

Etc..

  • Agora, se conseguir parar para dar força ou ajudar em algo, aí sim…você terá superado todas as expectativas:

Bacana sua ideia. Que legal! Vou divulgar.

Soube que você está precisando de trabalho. Posso te ajudar?

Li seu texto. Obrigada por compartilhar seu conhecimento conosco.

Desejo sucesso na nova jornada.

E assim vai…

É claro que nem sempre podemos parar para nos dedicar ao projeto alheio, mas algumas coisas bem simples fariam muita diferença na vida das pessoas e de você, um ser humano melhor!

Uma boa reflexão é sempre analisar nosso dia e nossas ações. Será que podia ter feito algo melhor? Será que errei em algo?

A ideia não é gerar mais culpas em nossa consciência. É apenas pensar em evoluir.

 E bom será quando tivermos mais “givers” do que “takers” nessa nossa jornada.

Lembre-se: a vida é uma gangorra. Onde você está sentado hoje?

Claudia Taulois

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