O Setênio da Inspiração

Flor de Lótus na lagoa
Imagem de fermiart por Pixabay

Segundo a Antroposofia, ciência espiritual, forjada por Rudolf Steiner, a partir dos 49 anos entramos no Setênio da Inspiração.

Momento em que estamos plenos da nossa consciência no mundo, permitindo que tenhamos um nível mais elevado de ouvir e sentir, de perceber as palavras não ditas e poder contribuir com o mundo de forma mais ampla, é onde podemos compartilhar o conhecimento adquirido e por nosso legado cada vez em prática.

Gostaria de falar um pouco sobre Legado.

Segundo dicionário Michaeles:

“Aquilo que se passa de uma geração a outra, que se transmite à posteridade: “Tudo se transforma, tudo varia – o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia, os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, o legado das gerações cada vez maior, o amor da rua” (João do Rio – A Alma Encantadora das Ruas). “

Pensando nesse significado, o que fico pensando é o que nós queremos deixar para a posteridade em termos de contribuição profissional.

O que estamos construindo em nossas atividades profissionais, desde as mais simples às mais complexas, das mais visíveis as mais discretas, das que mobilizam muitos às que mobilizam um. Não importa! O que importa é o como fazemos isso!

É a ação, é nossa forma de fazer, que faz a diferença. Acredito que todos podemos fazer o que fazemos no trabalho e na vida de forma respeitosa, gentil e construtiva. E só isso pode ser o legado que podemos deixar.

Pare um pouco e reflita em algumas questões:

Como você tem agido nas relações profissionais?

De que forma você transmite suas experiências de vida a outros?

Quais talentos você gostaria que o outro reconhecesse em você?

 

Sempre é tempo de refletir e mudar algo, não só no Setênio da Inspiração e sim em qualquer idade. Vamos lá?

Um abraço.

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INDICAÇÃO DE LIVRO

Gestão da Emoção, Augusto Cury

Neste livro de Augusto Cury, ele traz à tona um tema muito importante, as emoções.

E ensina por meio de técnicas de autoconhecimento e autoconsciência como podemos fazer a gestão da emoção, e os benefícios para nós e para nosso entorno quando conseguirmos criar esse nível de consciência.

Nada simples, mas bastante desafiador e possível, ressignificarmos alguns comportamentos por meio de nossa auto-observação e vigilância. Recomendo a jornada.

 

Sonia Custódio

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