Entrevista com Parceiros – Edição de Junho

Texto: Eu acredito em Mim
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
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Espero que estejam todos bem física e emocionalmente!
Inicio essa newsletter com uma reflexão que chegou a mim em minhas contínuas buscas por conteúdo.
O insight  veio do Professor Gretz, a partir de sua análise de uma cena linda do filme “Perfume de Mulher” na qual Al Pacino (que interpreta um personagem cego), tira uma moça para dançar e ela responde: “Não posso, porque meu noivo vai chegar a qualquer momento…” Ele, com toda confiança do mundo, lhe responde: “Mas em um momento se vive uma vida”.
Ela o segue e eles protagonizam uma linda cena. Ele, em nenhum momento, se deixou abater por sua condição e pela primeira negativa dela e ainda deu um show que encantou a todos.
Quem tem dentro de si a confiança de fazer acontecer e não se abala ou desiste diante das dificuldades, acaba por colher aquilo que plantou.
Muitos vão dizer que é filme…ok. Verdade. Na vida, não temos trilha sonora! Rsrsrs
Brincadeiras à parte, todos conhecemos a realidade dura e as imensas dificuldades, mas se nós não nos apequenarmos e desistirmos de nós e nem do que acreditamos, o resultado uma hora vem! E é nisso que precisamos acreditar e colocar energia! Acreditem nos sonhos e em vocês!
Nossa autoconfiança é a maior aliada e precisamos cuidar para que ela não se abale por fatores externos.
Em frente!
Cuidem-se!

Depressão e Tristeza

Folhas secas na poça de água

Imagem de Pilar Palmer por Pixabay[/caption]

 

Sim, estamos todos no mesmo barco, cada um sentindo algum tipo de angústia. Uns com medo de não conseguir pagar suas contas, outros com medo de ficar doente, outros com saudades de seus amigos e familiares e outros se questionando quando terão suas simples rotinas de volta.

Até quando viveremos assim? A resposta: “não sei”, com toda sua inocência, cai como uma bomba atômica, para nós, seres humanos neuróticos, cheios de planos e vazios, que precisam ser tapados diariamente…

O ponto é: esses sentimentos para alguns é uma grande novidade, mas para outros, já são “velhos companheiros”. Uma pessoa com diagnóstico de depressão, está sempre entupida com esses sentimentos.  A depressão pode ter várias origens. Pode ser causada por alguma situação perturbadora ou estressante que ocorre na vida, como morte de um familiar, problemas financeiros ou divórcio. Pode originar também de um desbalanço químico.

O que difere a depressão de uma “simples tristeza”? De modo geral, existem três formas de entender essas diferenças. A primeira delas é a duração: a tristeza costuma durar horas, às vezes dias.

Já a depressão, pode durar meses ou até anos (se a pessoa não estiver fazendo algum tipo de tratamento).

Outro fator importante a ser considerado é a intensidade. Sentir tristeza é normal. De modo geral a produtividade de uma pessoa não é afetada; suas simples tarefas do dia a dia podem ser realizadas de forma normal. No caso da depressão, a angústia não passa e como consequência, vai minando vários aspectos da vida do indivíduo: sua saúde, relacionamentos (vida social) e até trabalho. Em casos mais radicais, pensamentos suicidas podem ser constantes.

Outro fato relevante que difere a tristeza de um quadro de depressão, são as suas causas. A causa da tristeza, normalmente é proveniente de algum acontecimento específico. No caso da depressão, existem alguns fatores que podem estimular seu desenvolvimento. Fatores esses, ambientais, genéticos, hormonais e até aspectos da personalidade do indivíduo.

Veja aqui uma linda campanha para ilustrar melhor a depressão.

Adriana Wagner – Psicóloga com aprimoramento em psicologia clinica

driwagner@hotmail.com


Será que dou conta de saber tudo o que preciso e acompanhar este novo mundo de informações instantâneas?

          ícones de Redes sociais
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

 

Se esta dúvida já passou pela sua cabeça, fique tranquilo por que ela não é só sua.

Num mundo em que a informação vale dinheiro e o conhecimento divide pessoas, nada mais normal do que se perder no caos das ofertas constantes e variadas de conteúdos, cursos, métodos, modelos, tendências, etc.

A questão é: como tornar isso viável e não pirar?

E a resposta pode ser simples, mas nem todo mundo pensa sobre ela.

Tendo claro qual é o seu objetivo com aquela informação e tornando-a parte das suas ações e não somente um peso para seu já super utilizado cérebro.

Sem pensar muito em um plano, grandes profissionais se põem a fazer uma infinitude de cursos, ler uma centena de livros, participar de dezenas de lives, seguir um sem número de influenciadores e… a cabeça fica pesada, mas nada disse traz resultado.

É o que chamamos de obesidade mental. Muita informação com pouca execução.

Da mesma forma que o corpo engorda quando consome mais calorias do que gasta, a mente também se enche com uma grande quantidade de informações sem lógica e nem foco.

Na era do conhecimento, não são os maiores consumidores de informação aqueles que se sairão bem, mas aqueles que souberem filtrar, reter, transformar e traduzir informação em solução.

Se você se vê perdido num mundo de grandes oportunidades de conhecimentos e não consegue focar em nada, aqui vão algumas dicas para te ajudar a eleger o que entra:

  1. Qual seu objetivo com aquele conhecimento?
  2. Como ele complementa o que você já sabe?
  3. Quem pode te ajudar a adquirir este conhecimento de forma mais rápida e simples?
  4. Que resultados você pode melhorar com isso?
  5. Como você amplia a sua contribuição a partir deste conhecimento?
  6. Qual tempo necessário a ser investido versus, qual benefício este conhecimento me traz?

Pensar assim te ajuda a otimizar tempo, dinheiro e energia. Mais que isso, te ajuda a fazer do seu conhecimento um diferencial para a sua carreira!

Talita Tofanelli – Mentora de carreiras

talita.tofanelli.coach@gmail.com


Cenário

 

Estamos vivendo tempos desafiadores. A taxa de desemprego, que já vinha passando por uma forte crise, com a Covid, acabou por acentuar-se ainda mais. As demissões superaram as contratações com carteira assinada em 860.503 postos de trabalho, em abril.

O papel da Engaging, no entanto, é de te ajudar a pensar em soluções enquanto cuida de si próprio e organiza a vida.

Convite Live Brand

Assim, na sexta-feira passada realizamos uma live com a Natasha Skipka, sócia da Brande Saúde.

No bate-papo ela nos falou sobre o Programa de Consultor Remoto, que dá oportunidades para quem precisa se reinventar e adquirir uma nova profissão.

 

 

Os principais pontos que gostaríamos de ressaltar são:

  • Oportunidade de carreira em um momento de desemprego crescente e mudança no modelo de trabalho;
  • Flexibilidade e autonomia – você pode trabalhar de onde quiser e ter uma agenda que lhe traga mais qualidade de vida;
  • Orientação e aprendizado – Brand dá o treinamento ensinando melhores práticas e caminhos, desenvolvimento de competências e  técnicas de vendas e promoção;
  • Mais que uma vaga – capacitação para uma carreira empreendedora;
  • Remuneração – excelentes possibilidades de ganhos. Mercado que remunera muito bem;
  • Sem limitação geográfica – aberto para qualquer pessoa;
  • Processos seletivos todos os meses;
  • Segmento – em crescimento tanto pelas pessoas como pelas empresas
  • Para entrar em contato e saber mais, clique aqui.

Agenda. É hoje!

 

                               Convite Live Dra. Juliana

Em tempos de incertezas e no que se refere a leis, entendemos que informação é ouro  e precisamos mais do que nunca conhecer nossos direitos.

Diante disso, decidimos realizaremos hoje às 17h30, uma live com a Dra. Juliana Moraes, Advogada especialista em direito e processo do trabalho e sócia da Moraes & Leal Advogados, para levar esclarecimentos sobre o tema e auxiliar da melhor maneira possível.

Participe e avise também os amigos!

 

 

 


Destaques

                Caneta marca texto amarela                         Imagem de Aliko Sunawang por Pixabay

Durante o mês que passou, tivemos alguns assuntos interessantes e atuais que engajaram parte de nossa rede. Gostaria de trazer para vocês um apanhado dos temas e das opiniões dos amigos que contribuíram com o debate.

É uma maneira colaborativa de compartilhar experiências para pensarmos em soluções que possam ser úteis a todos. Seria ótimo se mais pessoas pudessem participar com os debates e com a sugestão de assuntos.

Rotinas…

Como você se sente com as inúmeras vídeochamadas e calls que transformaram a rotina de trabalho e de contato com o mundo exterior?Segundo matéria realizada pela BBC, elas estão nos deixando bastante cansados e já existe até um termo para isso: “fadiga do Zoom”.De acordo com os pesquisadores ouvidos pela BBC, conversas por vídeo requerem mais foco – e prestar mais atenção consome muita energia. Se estamos fisicamente diante das câmeras, temos a sensação de sermos vigiados, criando uma pressão social

Resumo de alguns depoimentos que recebemos:

“Realmente as videochamadas e calls são mais intensas do que nossas rotinas “normais” lá fora . Ficamos sentados na mesma posição, as vezes por horas, nos privando de outros estímulos que as vezes sem percebermos, nos aliviam. O fato de levantarmos para ir para outra sala, ou descermos no elevador para outro ambiente e até de pegar o carro para ir para outra empresa, nos ajuda a desopilar e dar um descanso ao cérebro.
Uma boa dica para essa “nova realidade”, seria de mudar de posições ( cruzar a perna para o lado e depois para o outro), levantar algumas vezes entre uma chamada e outra e também de tentar ter intervalos de pelo menos meia hora entre reuniões.”

“Muitos pessoas relatam que além de estarem cansados com tantas reuniões virtuais, estão trabalhando ainda mais que antes da pandemia (mais horas). Relatam também, a falta de limite que essa realidade virtual traz. Como exemplo, dizem que chefes e outros colaboradores mandam mensagens durante a madrugada, gerando muita ansiedade e insônia. Ficam com a sensação de que precisam estar ligados 24 hrs por dia.”

“Sensação constante de tensão. Há uma preocupação com as imagens e sons que são captados no atual ambiente de trabalho que é a nossa própria casa. Como se o ambiente tivesse a obrigação de estar mais arrumado que para receber visitas… Basta reparar nas vídeo-chamadas televisionadas: jornalistas, comentaristas e entrevistados sempre com uma bela estante bem organizada com bons livros e bibelôs. Estamos em casa, mas não podemos ficar despenteados, sem maquiagem e de pijamas ou vestir um “moderno” home-wear. Não pode haver barulho de máquinas de lavar, secadora, aspiradores e crianças devem ser colocadas no “mute”. Quase não podemos fazer de nossa casa um lar… E por melhor que seja a conexão, a vídeo-chamada é muito cansativa. Imagens que congelam, vozes que somem, diferenças de volume, várias pessoas tentando falar ao mesmo tempo. Numa reunião presencial ou no escritório com os colegas, é possível notar rapidamente uma mensagem, uma correção ou uma dica com um simples olhar ou um leve toque no braço. Sabemos naturalmente quando é a vez de falar. No mundo virtual é impossível compreender duas pessoas falando ao mesmo tempo. Esprememos os olhos e aumentamos o volume de fones de ouvido para não perdermos nada. Concentração em nível máximo com um acúmulo de perturbações e distrações. Tudo isso somado a um desconforto físico, – como dores de cabeça, nas costas, pescoço, problemas oculares, – causado pela falta de ergonomia e excesso de tempo na frente da tela. Porque sim, em tempos de confinamento, trabalhamos mais e ficamos mais tempo com os olhos grudados na tela.”

“No primeiro dia de ‘home office’, ouso até a dizer nos primeiros 10 dias, notei uma necessidade frenética das pessoas em provocar vídeos chamadas para nada. Os assuntos poderiam ter sido resolvidos em um e-mail de duas linhas, mas a necessidade de ‘provar’ estar ativo, trabalhando, tornou a ferramenta um inferno. Agora somos obrigados a prestar atenção na chamada de vídeo, no telefone, nas mensagens de texto do Skype, nas milhões de chaves de whatapp, nos e-mails… Na minha visão, o medo de perder o emprego deixou as pessoas loucas, achando que precisam se conectar todo o tempo com todo mundo. As pessoas precisam provar que são úteis, e, mesmo sabendo que muitas vezes não tem nada a dizer, preferem inventar assunto, se tornando assim mais improdutivas. A mim causa muita ansiedade porque sou do tipo prática – se tem o que dizer, faz a reunião, se não tem, senta na cadeira, foca e entrega. Mas tem jogar o jogo. Se o jogo é esse, vamos em frente! Mas que fique o registro que eu, pessoalmente, evito as reuniões, até mesmo as presenciais. Acho que as pessoas passam tempo demais fazendo reunião e tempo de menos fazendo o que precisa ser feito! O home office, para mim, tem sido um desafio tremendo. Jamais optarei por esse sistema quando voltarmos a ter uma vida minimamente normal.”

“Acho que para quem faz isso profissionalmente deve ser cansativo sim. Além de 1 milhão de lives que se instalaram. Até coincidindo dias e horários. Às vezes fica difícil escolher, porque tem muita coisa interessante.”

O Twitter vai permitir que maioria dos funcionários trabalhe sempre de casa. Acredito que muitas empresas repensem seu modelo e adotem essa prática.Nesse sentido, gostaria de saber a opinião de vocês sobre isso. Acreditam que seja positivo pu negativo? À princípio, acham que pode ser uma ameaça ou uma oportunidade?

Resumo de alguns depoimentos que recebemos:

“Acredito que seja positivo em alguns pontos, como cargas horárias mais flexíveis, conforto na zona de trabalho, e avanço tecnológico de empresas em um certo ponto. Mas pode ser também negativo pelo fato de diminuir relações entre pessoas, ou também possa causar piora na performance e dificuldades em ter decisões em grupo. Acho que pessoas e empresas devem pensar com cuidado quais mudanças devem adotar depois da pandemia e o quê manter.”

“Acredito que teremos algo híbrido. Home office sem dúvida veio para ficar, porque é mais econômico, eficiente e produtivo. Mas somos seres humanos e precisamos nos relacionar. Mesmo para quem não precisa estar fisicamente na empresa, reuniões e encontros são saudáveis e aumentam a motivação.”

“Tem os prós e contras. E o setor imoliário e de construção civil, por exemplo, como fica? Serão milhares de imóveis de custo altíssimo fechados, menos mão de obra de prestadores de serviços de limpeza, manutenção…”

“Achei muito bacana a reflexão proposta pela Cláudia sobre esse tema. Vou trazer minha opinião que se misturada, com a minha experiência e com a minha vivência nos atendimentos aos meus clientes. Da minha parte, sou bem suspeita kkk, fiz uma proposta há uns 5 anos atras para experimentar o atendimento virtual, deu tão certo que a partir disso conseguimos expandir para outras pessoas da empresa. Então quando foi necessário mudar 100% para o home office, eu estava pronta, pois no meu caso eu já tinha uma dinâmica de trabalho organizada para isso. E ai que acho que mora o sucesso desse processo. Trabalhar em casa, significa em primeiro lugar, trabalhar…. Assim como fazemos nos locais de trabalho, onde temos uma rotina, isso precisa continuar acontecendo. Estrutura, organização, local, infraestrutura e tudo mais. E pensando em qualidade de vida, que acho sim ser um grande ganho dessa forma de trabalho, também precisamos observar o equilíbrio, ao contrário corremos o risco de trabalhar mais. “Já que estou aqui, posso esticar um pouco”. Vejo no home office um benefício coletivo também para quem vive nas grandes cidades, que é o deslocamento, cada mais mais desafiador. Com esse modelo de trabalho, podemos ganhar mais tempo e todas as pessoas também, podemos coletivamente ter mais qualidade de vida. E isso é bárbaro. Não tenho opiniões certo ou errado, assim ou assado, então acredito que para várias pessoas isso será bom, assim como acredito que para várias outras o que será bom é voltar ao modo anterior. Então deixo aqui uma reflexão, pergunte-se: o que eu prefiro? um modelo 100% home office, um modelo 100% escritório ou um híbrido? Até porque né gente, o que virá pós tudo isso, não sabemos e vamos aprender juntos!”

“O trabalho na modalidade Home Office já era um tema discutido em muitas empresas e as que aplicaram essa política antes da Pandemia, com certeza sofreram menos na transição. Porém, com o avanço da tecnologia, que permite acessarmos sistemas de casa, internet acessível e rápida, facilitou a adaptação em Home Office. Vejo como ponto negativo o distanciamento social entre as pessoas, por isso, acredito em um modelo híbrido quando tudo isso passar e como ponto positivo, as pessoas podem ter jornadas mais produtivas, principalmente aqueles que levavam horas para chegar ao trabalho. Além desses pontos, existem outros, porém acredito que temos que enxergar como uma oportunidade e nos adaptarmos o mais rápido possível para que possamos passar por esse momento incerto de forma tranquila.”

Tem filhos em idade escolar? Tentou negociar a mensalidade? Em vista do impasse, parece que esse será o caminho possível. Veja algumas opiniões, dicas e experiências que recebemos.

“Sinceramente este tema é bem delicado ….a Escola tem que dar desconto, pois o ensino a distancia tem valor reduzido? Não sei …. tem muitas escolas se reinventando, investindo em TI e muitos professores trabalhando muito mais do que se estivessem com aula presencial . O que tem que ser pensada é em uma carencia ou um parcelamento extendido das mensalidades deste ano …algum jeito pode ser dar ! A dificuldade é que neste país não se leva nada a serio e tudo se “politicaliza”.

“No momento atual que estamos vivendo, esse caos todo, acredito que precisamos nos ajudar de qualquer maneira, então acho super válido e necessário sim ter uma baixa nas mensalidades.. até porque juntos somos mais fortes e o país está vivendo, como consequência, uma grande crise econômica triste!”

“Ninguém é obrigado a dar desconto, assim como ninguém é obrigado a comprar um produto ou serviço. Aí está uma excelente oportunidade para escolas – e o comércio de modo geral – fidelizarem seus clientes e mostrarem que também estão prontos para dar a sua parcela de sacrifício e solidariedade. A escola dos meus filhos chegou a formalizar um aumento de 3,5% nas mensalidades, mas voltou atrás depois de uma série de reuniões e pressões das famílias dos alunos. Faltou sensibilidade na largada, mas a assunção do erro, tem mérito e merece o meu respeito.”

“Realmente esse assunto é delicado, mas tive duas experiências diferentes com meus filhos. Eles estudam em escolas diferentes. Uma escola, não ofereceu desconto, alegando que fizeram um alto investimento em plataformas digitais para levar aos alunos um “ensino a distância” com qualidade. A outra escola, rapidamente ofereceu um desconto de 15%, mas demoraram muito para se estruturarem…Conversando com algumas pessoas, vejo que cada caso é um caso. Muitas escolas que não estão dando desconto para a grande maioria de seus alunos, estão considerando “conversas particulares” para cada caso. Então, as vezes, se a vida daquele pagante ” não mudou drasticamente” e pode continuar contribuindo, nada mais justo manter o valor da mensalidade. Agora, existem famílias que perderam 50 – 75% de seus salários e realmente não podem pagar o mesmo valor de antes. Esses são casos específicos que a escola reconsidera (caso haja uma forma de comprovar toda essa perda). Minha sugestão, procure a diretoria da escola e exponha seu caso. Tudo pode ser negociado, nem que depois eles recebam os honorários de forma retroativa.”

“Acho que mais do que nunca, nesse momento delicado, é preciso ter empatia e bom senso das duas partes – escola e pais. As escolas têm algumas despesas fixas, independente se está ou não funcionando, mas também temos de lembrar que a escola é um negócio e gera lucro. Sendo assim, acho que todas as escolas poderiam perfeitamente dar algum desconto nas mensalidades e lucrarem um pouco menos nesse período, sem precisar reduzir salário ou dispensar os funcionários. Os descontos, bem como férias etc, deveriam seguir as particularidades de cada escola e série, pois sabemos que a efetividade e o aproveitamento das aulas remotas para o ensino médio, por exemplo, é bem maior do que para a educação infantil e séries iniciais. Além disso, as escolas devem estar abertas a negociações de descontos maiores ou outras facilidade a pais que comprovarem redução salarial e/ou demissão durante a pandemia.”

“Sobre o pagamento, acredito que quem tem recurso financeiro deveria cumprir com o acordado no início do ano. A escola enfrenta inadimplência, pedidos de desconto de quem realmente necessita e isto pode trazer consequências como demissão de professores e certos prejuízos que acabariam refletindo nos próprios alunos. Por isso, sou a favor de analisar cada caso e quem puder ser solidário e manter a situação estará ajudando àqueles que têm mais dificuldade.”

“Meu filho adolescente estuda na mesma escola desde os 2 anos de idade. Trata-se de uma relação de parceria e confiança construída em todos esses anos. Neste momento atual, a escola ofereceu aos pais a opção de 10% de desconto na mensalidade ou a opção de doar (com faturamento em separado) estes 10% para instituições que precisam de apoio, ficando a critério de cada familia escolher uma das opções.”

 


Gostaríamos de saber sua opinião!

 

                        Telefone sem fio

Você tem o hábito de usar jogos para o treinamento do cérebro?

Quais? Gosta?

Compartilhe conosco sua experiência e possíveis dicas.

 

 

 

Imagem de Ryan McGuire por Pixabay

 


Autocuidado

                 Homem meditando
Imagem de Benjamin Balazs por Pixabay

Para terminar, que tal checar seu nível mínimo de autocuidado? Pensando no dia de hoje:

  • Dormiu ao menos 8 h na noite passada?
  • Já bebeu água suficiente para o horário considerando o ideal para você? (O cálculo é 35 ml de água multiplicado pelo peso corporal de cada um. Por exemplo: Uma pessoa de 45 kg deve tomar 1,5 litros de água por dia (o equivalente a 7 ou 8 copos) e uma pessoa de 80 kg deve tomar 2,8 litros de água por dia (aproximadamente 14 copos).
  • Manteve uma alimentação saudável?
  • Fez exercício? Alongou?
  • Agradeceu?
  • Meditou?
  • Tomou ao menos 20 minutos de sol?
  • Apreciou a natureza? (céu, sol, plantas)
  • Deu algumas pausas do trabalho para andar e se alongar?
  • Elogiou alguém e a você próprio?
  • Sorriu?

PS: Tente vigiar suas escolhas e adquira uma rotina mais cuidadosa e amorosa.

#Estamosjuntos!

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