Entrevista com Parceiros – Edição de Julho

Pedaço e gelo refletindo pôr do sol
Imagem de Наталья Коллегова por Pixabay
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Inverno: como pode nos afetar emocionalmente?

 

Homen triste

Imagem de intographics por Pixabay

O inverno está aqui e traz consigo,  algumas sensações.

O frio e o cinza muitas vezes trazem um sentimento de opressão e até tristeza.

A vontade de permanecer embaixo das cobertas vem com tudo e é aí que sobe a luzinha de “alerta”, para que um friozinho, não vire um transtorno emocional real.

Na verdade, a maioria das pessoas apresenta, em graus variados, algumas alterações de humor nesta época do ano. É comum manifestar mais sono, alterações no apetite e falta de disposição.

transtorno afetivo sazonal  é um tipo de depressão que ocorre no outono ou inverno e provoca sintomas como tristeza, sono excessivo, fadiga, desejo, aumento de apetite e dificuldade de concentração. Em países que há menos luz solar no ano, esse transtorno é bastante comum. No Brasil, atinge mais de 2 milhões de pessoas por ano.

O frio e a escuridão, geram um maior isolamento social, então muitas vezes as pessoas acabam ficando mais sozinhas e pensativas. O frio pode ser um gatilho importante para um indivíduo que já tenha uma predisposição à melancolia e à depressão. O contato com a luz influencia a produção de hormônios cerebrais: melatonina, um hormônio regulador do sono, e a serotonina, que é determinante para o nosso estado de humor.

Se de fato for um transtorno de sazonalidade, ele passa, conforme ocorrer uma melhoria na temperatura e na mudança da estação.

Entretanto, quando os sintomas são muito desconfortáveis ​​é necessário consultar um psiquiatra que pode indicar algum tratamento como fototerapia, medicamentos e psicoterapia.

Adriana Wagner –Psicóloga Clinica – Linha Junguiana

 


 

Fraude no CV do ministro: reflexos para todos nós

Placa indicando mão única

Imagem de Denys Vitali por Pixabay

 

 

O recente episódio do curriculum do ministro (ou ex-ministro a qualquer momento) Carlos Alberto Decotelli, terá reflexos no mundo corporativo.

Não é segredo para ninguém que muita gente – mais muita gente mesmo – insere algumas “fantasias” em seus CVs. Como diria Cazuza, são “mentiras sinceras”. O normal é transformar um cargo de supervisor em gerência ou uma especialização em MBA. Dizer que já fez isso e aquilo, sem de fato ter feito, então nem se fala.

Esta é a velha arte de embelezar o CV – fraudulentamente! Foi pecado mortal para o ministro, que deve cair antes de subir, e é pecado mortal para qualquer um de nós.

Eu já vivi duas experiências pessoais que divido com vocês.

  1. EU CONTRATANDO – Estava eu entrevistando um candidato, cujo CV incluía um MBA em universidade americana. Com 10 minutos de conversa deu para perceber que o jovem não tinha nível para ter sobrevivido àquele MBA.

Após um aperto aqui e outro ali, veio a confissão: o candidato fazia um MBA razoável em São Paulo, que tinha uma parceria com a tal universidade americana, e lá foi ele para ficar apenas 3 semanas na terra do Tio Sam – fazendo parecer que foram 2 anos. Fraude no CV. Perdeu a vaga.

  1. EU SENDO CONTRATADO – Após diversas mudanças de emprego na vida, um head-hunter viabilizou a minha contratação como presidente de uma multinacional. No meu CV constava, com orgulho, a minha graduação na FGV e o mestrado numa universidade britânica.

Já definido que eu havia sido escolhido para a posição, qual não foi a minha surpresa quando o head-hunter pediu que as duas instituições de ensino emitissem certificações das minhas formações. Cópia de diploma não servia! Isso nunca tinha me acontecido antes, mas imagina o vexame se eu tivesse inventado algo?

Neste momento, por causa do ministro da Educação, todos os recrutadores do Brasil devem estar pensando como pegar “fantasias curriculares”. E com a crise econômica que vivemos, em que cada vaga será disputada de forma acirrada, atenção aos detalhes e credibilidade serão ainda mais fundamentais.

Qualquer escorregada pode ser fatal! As dicas são as de sempre, mas neste momento vale o reforço:

  1. O seu CV deve retratar com precisão o que você fez na vida, suas competências, onde trabalhou e estudou. Sem exageros que sugiram mentira nem timidez que esconda seus talentos.
  2. Na hora da entrevista vale a mesma coisa: explique com clareza o seu histórico acadêmico, sua experiência profissional e deixe claro os seus verdadeiros talentos.

Bons recrutadores sabem “ler” o seu olhar e as suas palavras! Não se deixe cair na tentação de tentar comunicar aquilo que você não é, pois, pode ser fatal!

A verdade, a precisão e a boa comunidade ainda são nossas armas para o sucesso.

Sucesso!

Fernando Blanco foi executivo durante 25 anos e hoje atua como empresário da educação, professor, coach e mentor.

Adriana Wagner –Psicóloga Clinica – Linha Junguiana


 

Comunicação assertiva

 

Meninas brincando de telefone sem fio

Imagem de MelanieSchwolert por Pixabay

Você deve saber que a Comunicação vai muito além da fala e que são muitos os elementos que emitem sinais sobre você e sua personalidade.

Mas você tem consciência dos sinais que está emitindo e de como isso pode afetar as suas realizações?

Sandra Pereira de Oliveira, Consultor de Comunicação Interpessoal, nos fala sobre a importância da comunicação no momento da recolocação. São inúmeros detalhes a serem observados e que farão de você uma pessoa muito mais segura e preparada para enfrentar inúmeros desafios pessoais e profissionais.

 

Adriana Wagner –Psicóloga Clinica – Linha Junguiana


 

Carreira pós Covid

 

Gráficos sobre carreira

Imagem de Luciana Jorge

 

O que muda na sua carreira depois de tudo o que mudou no mundo?

Sim, o mundo mudou irremediavelmente. E com ele todo um senso comum de trabalho, carreira, serviços essenciais, necessidades individuais e coletivas e de contribuição.

A crise trazida pelo Covid será, para muitos, uma crise de verdade, com perdas, preocupações estresse e medo.
Para outros pode ser a grande oportunidade de mudanças positivas.
Para que você esteja nesta segunda turma e possa, de verdade, aproveitar as mudanças do mundo a favor da sua carreira, aí vão algumas dicas importantes:

1. Faça do seu trabalho um serviço essencial. Demonstre a importância daquilo que você entrega, entregue com a máxima qualidade e seja focado em solução e resultados. O mundo precisa disso agora e não de esforço sem resultado

2. Não espere que as mudanças cheguem para se adaptar. Mude já e proponha mudanças. Inove, pense diferente e atenda às necessidades diferentes.

3. Pare de sofrer e de contar com a sorte na sua carreira e aprenda a pensar nela de maneira estratégica. Nem você (nem ninguém) nasceu para trabalhar, pagar contas e se aposentar. Valorize seu trabalho!

4. Entenda que mudança não é problema e sim solução. Transforme os desafios em oportunidades para a sua carreira.

5. Seja a mudança que quer ver no mundo. Faça, fale e seja aquilo que acredita.

Por fim, já que estamos num momento de restartar, vamos jogar um jogo profissional mais colaborativo, construtivo e saudável.  E abandonar os jogos de guerra, competição e sofrimento que vivemos até então.

Bora pro jogo?

Talita Tofanelli – Mentora de carreiras

Adriana Wagner –Psicóloga Clinica – Linha Junguiana


Agenda

 

Título: Como você responde à pergunta: O que você faz?

Breve resumo: Saber falar de si próprio é uma capacidade que precisa ser desenvolvida. Venha construir seu elevator pitch para comunicar com eficiência o que você faz e ajudar a escrita do seu resumo no Linked In

Convite- Workshop

Workshop

 

Facilitadora: Sandra Pereira de Oliveira, que tem como foco construir relacionamentos efetivos por meio de comunicação assertiva e generosa. Mestre em Distúrbios da Comunicação e Graduada em Fonoaudiologia PUC/SP. Coach formada pelo ICI e NLI.

Certificada nas ferramentas MBTI e PCM. Especialista em Gestão de Qualidade de Vida no Trabalho FIA-USP e Linguagem pelo CFFa.  Aprimoramento em Promoção da Saúde FMUSP. Consultora facilitadora pela ADIGO. Aprendiz no Programa Liderança para o Futuro: Antroposofia, Nova Consciência, Liberdade e Altruísmo.

CEO da Bla – Beleza da Linguagem Assertiva – Fonoaudiologia Eireli. Consultora e Professora de Comunicação Interpessoal na LHH, Idea9, Fonoaudiálogo e Universidade Corporativa Semesp. Parceira da Engaging.

 

Reserve sua vaga: engaging@engaging.com.br

 


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