UMA JORNADA EM BUSCA DE SI MESMA é uma viagem, um mergulho nas profundezas do próprio ser. Uma caminhada em direção a si mesma, uma jornada em busca do desconhecido. É ir em busca por si mesma a partir de um processo terapêutico psicanalítico.

A análise permite se conectar consigo mesma. Olhar para si, fora de si. Escutar a própria voz. Dar ouvidos ao que se fala sobre si mesma. Perceber os próprios pensamentos. O conhecimento de si mesma pode auxiliar na definição de novos horizontes, recomeços após divórcio, recomeços profissionais, resolução e compreensão de conflitos, questionamentos e traumas, insatisfação com a própria vida, desejo de viver uma grande mudança seja na área amorosa, seja na área profissional.

Um processo psicanalítico pode promover além do conhecimento de si, a descoberta das próprias limitações, um novo olhar sobre a própria vida, o estabelecimento de novos planos e objetivos, um novo começo. A Psicanálise é um instrumento de grande valor que pode ser utilizado, tanto no desenvolvimento profissional, tomada de decisão, escolha de destino, ampliação de horizontes, quanto no desenvolvimento pessoal, na busca por conhecer a si próprio e entender o mundo ao seu redor. A psicanálise pode ajudar nesse processo de transformação e reconstrução de si mesmo, proporcionando reflexão e possibilitando a transformação e a reconstrução do ser sob estruturas mais sadias e fortes.

A psicanálise é um método baseado na escuta da fala da pessoa que sofre. No verbalizar do sofrimento. Na expressão da dor. Na tomada de consciência do que aflige. À medida que a pessoa fala, vai dando voz a tudo que está reprimido e sufocado dentro de si. Fazendo emergir das profundezas do inconsciente, angústias, medos, lembranças, traumas, conflitos, questões não resolvidas, não elaboradas. Ao dar voz à própria dor, a pessoa poderá encontrar alívio e descanso.

Conhece a minha história (caso de amor) com a Psicanálise? Vou te contar um pouquinho. Conheci a psicanálise na fase mais difícil da minha vida. Passava por um processo de destruição profissional muito grande.  Estava construindo meu mundo, meu universo, meu eu profissional, até tudo ruir, ser implodido.  E nada do que eu fizesse, impedia a implosão. Aquilo foi como uma morte para mim. Amava meu trabalho, minha profissão. Era uma pessoa realizada profissionalmente. A destruição não aconteceu apenas no campo profissional, mas sim no emocional e nas estruturas da minha personalidade.

E nada do que eu fizesse, impedia a implosão. Aquilo foi como uma morte para mim. Amava meu trabalho, minha profissão. Era uma pessoa realizada profissionalmente. A destruição não aconteceu apenas no campo profissional, mas sim no emocional e nas estruturas da minha personalidade.

O que fazer?  Morrer literalmente ou buscar ajuda!? Busquei ajuda. Já havia feito psicoterapia em um determinado período da minha vida, mas não foi suficiente.  Como teria que recomeçar profissionalmente em outro ramo de negócio e diante do que estava vivendo, optei por voltar a faculdade e cursar Psicologia. Como eu já tinha uma primeira graduação pude fazer um curso livre de Psicanálise.

Foram quase três anos de estudos e a psicanálise não só me tratou do ponto de vista psíquico e emocional como também me auxiliou na construção de um novo EU e de uma nova vida.

Posso dizer que tive um encontro comigo mesma. Conheci minhas dores, conheci meus conflitos, conheci minhas questões, conheci minhas frustrações, conheci meus apegos, conheci minhas fortalezas. Aprendi a me amar, a me aceitar. Aprendi a não buscar mais aceitação, nem migalhas. Descobrir aspectos da minha sexualidade antes desconhecidos. Descobri que sou suficientemente boa e que é o bastante.

Ao percorrer minha própria jornada de autoconhecimento, percebi e entendi que muitas das minhas questões, conflitos, dores e aflições eram comuns a muitas mulheres.  Ao negar as minhas dores, adoeci. Ao buscar aceitação, me neguei. Ao tentar me enquadrar no padrão da sociedade, morri. Ao aceitar migalhas de amor, me anulei. Era uma morta viva. Vivia para os outros e nunca para mim mesma.

A Psicanálise me ajudou a olhar para minhas dores, a deixá-las ir embora. Trouxe-me alívio em tempos de dor e angústia. Reflexão em momentos de paz. Auxiliou-me na busca por mim mesma e na reconstrução do meu ser.

POR ISSO, ME TORNEI PSICANALISTA.  Para ajudar e auxiliar mulheres que sofrem ou ainda vivem à margem de si mesmas. Buscando quer seja a aceitação dos pais, dos cônjuges ou da sociedade, negando a si mesma, sufocando as próprias dores e angústias. Posso te ajudar e te auxiliar a percorrer este caminho de volta a si mesma. Não tenha medo, é uma jornada desafiadora e bastante curativa e transformadora. Para mais informações, clique aqui!

Hoje, sou uma mulher que não busca mais a perfeição exigida pela sociedade, mas que almeja a completude do próprio ser. Estou me reconstruindo a partir das minhas próprias cinzas.  Não tenho mais medo da dor, nem do sofrimento. Não tenho medo do novo. Não tenho medo da mudança. Sigo em busca de quem sempre sonhei ser.  Sou a construtora do meu mundo, a realizadora dos meus sonhos. Sou feita de sonhos. Sou emoção, sou intensa e não abro mão disso.

 

Giancarla Costa – Psicanalista, Especialista e Colunista da Engaging