“Conhecer a sua própria escuridão é o melhor método para lidar com as trevas das outras pessoas.”- Carl Jung

 

Para Jung, o autoconhecimento possibilita o desenvolvimento do processo de individuação, que significa que o ser humano sempre está em busca de autorrealização ou em busca de si mesmo, integrando a consciência ao inconsciente. O autoconhecimento permite o reconhecimento dos bloqueios que dificultam o desenvolvimento do potencial humano, impedindo o processo de individuação. É necessário, segundo Jung, trazer para a consciência, os medos, as dores, os conflitos, as negações a fim de aceitá-los, respeitá-los e elaborá-los. Trazendo luz à própria escuridão e iluminando a sombra.

O ser humano vive para se auto realizar, para satisfazer suas necessidades, é movido pela recompensa e pela punição. Segundo Jung, o ser humano é um ser vivo que possui uma autonomia sustentada por uma estrutura de arquétipos e coordenada pelo arquétipo central o SELF( si-mesmo). Essa estrutura é continuamente transformada pelos complexos ou subpersonalidades e sempre muda com as transformações do meio. O processo de individuar-se, ou seja, de tornar-se a si mesmo, acontece num desenvolvimento dinâmico que conduz a um novo centro psíquico, o SELF.  O Autoconhecimento é um processo tornar-se, de conhecer-se, de descobrir-se, de explorar e navegar nas águas das emoções. De aceitá-las, elaborá-las e ressignificá-las. Texto por @psi.giancarla.costa

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Texto por @psi.giancarla.costa

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